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 instituicoes ruidas

O escândalo do Banco Master, as prisões ilegais, a conivência e complicidade do legislativo e o Lula 3 roubando o que restou.

O Brasil vive hoje um dos momentos mais graves de sua história institucional. Ministros que chegaram à Suprema Corte sem trajetória jurídica sólida foram aprovados por um Senado marcado por interesses políticos e, agora, protagonizam escândalos que abalam a credibilidade do Judiciário. As recentes denúncias envolvendo o Banco Master e possíveis relações com corrupção e facções criminosas expõem um cenário assustador: aqueles que deveriam zelar pela Constituição parecem agir para proteger a si mesmos.

Criou-se uma situação absurda em que ministros investigados têm poder para prender quem ousa questioná-los. Isso não é Justiça. É um sistema que se blinda e se perpetua. O mesmo Supremo que se apresentou como “salvador da democracia” hoje se vê cercado de suspeitas, enquanto a população assiste perplexa.

Muitos dos que agora se dizem assustados com as arbitrariedades de figuras como Toffoli e Moraes permaneceram em silêncio quando os alvos eram Bolsonaro e seus apoiadores. Naquele momento, as violações foram normalizadas e até aplaudidas por setores da imprensa e da política. Hoje, o preço dessa omissão está claro: um Judiciário que ultrapassou seus limites e um país mergulhado na insegurança jurídica.

Tudo se tornou insustentável. Executivo, Legislativo e Judiciário parecem envolvidos até o pescoço em um sistema que já não serve ao povo brasileiro. A sensação é de que não há conserto dentro do modelo atual. Talvez estejamos à beira do surgimento de uma nova república, porque a atual foi capturada por interesses que nada têm a ver com a democracia.

Erros foram transformados em regra. Denunciantes foram punidos. Inocentes foram presos. Quem tentou resistir foi silenciado. E o resultado é um país dominado por estruturas que se protegem mutuamente.

Um exemplo claro disso foi a interferência de Alexandre de Moraes ao impedir que Bolsonaro nomeasse Ramagem para a Polícia Federal – uma prerrogativa presidencial. Na época, quase ninguém se indignou. Agora, vemos os mesmos ministros interferindo para blindar a si próprios e familiares em meio a um escândalo bilionário. Dois pesos, duas medidas.

Basta fazer uma comparação honesta: listem os supostos “crimes” atribuídos a Bolsonaro e seus apoiadores e coloquem ao lado os escândalos envolvendo ministros do STF, parlamentares e o atual governo Lula. A conclusão será inevitável: tudo está invertido. Quem realmente atentou contra o país e contra a democracia permanece intocável, enquanto opositores são tratados como criminosos.

Há ainda outro problema grave: parte da direita que se diz aliada de Bolsonaro age apenas por conveniência. Declaram lealdade, mas na prática tentam manipulá-lo, ignoram suas decisões e fazem cálculos políticos mesquinhos. Muitos rejeitam a indicação de Flávio Bolsonaro como candidato à presidência, desrespeitando a liderança que dizem reconhecer.

Esse comportamento é tão prejudicial quanto as ações de Moraes. Enquanto centenas de pessoas continuam presas injustamente, vemos políticos preocupados apenas em preservar seus interesses, seus partidos e seus fundos eleitorais. Falam em democracia, mas pensam apenas no próprio bolso.

O Brasil não precisa de um novo “gestor” ou de um CEO tecnocrata. Precisa de líderes de verdade, com coragem, caráter e compromisso com o povo. Homens e mulheres dispostos a lutar pelos interesses nacionais, e não por bancos, grupos econômicos ou governos estrangeiros.

Precisamos de uma mudança profunda. A era dos interesses individuais e financeiros precisa dar lugar a uma era de trabalho, verdade, justiça e honestidade. Sem essa virada, o país não tem futuro.

Bolsonaro hoje tem, acima de tudo, sua família e o povo brasileiro ao seu lado. E esse povo não esquecerá quem traiu, quem se calou e quem colaborou para que o Brasil chegasse a esse ponto.

Nada está normal. E enquanto houver brasileiros que acreditam em Deus, Pátria, Família e Liberdade, essa história ainda não acabou.

Adriana Garcia 

Jornalista na Amazônia

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